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Encontro em camarote, crefisa e troca com fluminense mantêm palmeiras confiante

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Alexandre Mattos, diretor de futebol do Verdão, se reúne na arena com presidente do Tricolor, Pedro Abad. Negócio pode envolver ida de palmeirenses para a equipe carioca



Apesar de o negócio ter sido dado como encerrado pelo Fluminense, o Palmeiras segue confiante em ter o atacante Richarlison. Neste sábado, quando os dois times se enfrentaram em São Paulo, o presidente do clube carioca, Pedro Abad, foi convidado ao camarote da diretoria alviverde, e houve uma nova conversa.

Se o diretor de futebol palmeirense, Alexandre Mattos, conseguir dobrar o Fluminense, o investimento terá ajuda da Crefisa. Os aportes financeiros da patrocinadora do clube têm se tornado corriqueiros para a contratação de reforços. A proposta inicial foi de 11 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões).

Neste sábado, outras possibilidades foram levantadas ao longo do encontro na arena. Como a aquisição de apenas parte dos direitos econômicos de Fluminense e América-MG e a inclusão de até dois jogadores do Palmeiras em uma troca.


Caso Richarlison (à dir.) incomodou o técnico tricolor, Abel Braga (Foto: Lucas Merçon/Fluminense FC)

 

Caso Richarlison (à dir.) incomodou o técnico tricolor, Abel Braga (Foto: Lucas Merçon/Fluminense FC)


Richarlison, de 20 anos, é no momento o único alvo para reforçar o ataque alviverde. Por conta do interesse em seu futebol, ele pediu para ficar fora da partida deste sábado e não viajar a São Paulo, o que irritou a diretoria do clube carioca. O técnico Abel Braga também fez críticas ao Palmeiras.

Pelo regulamento do Campeonato Brasileiro, atletas com mais de seis partidas não podem defender outra equipe na competição. Se fosse a campo neste sábado, Richarlison atingiria justamente o limite permitido. O fato de não ter jogado dá mais tempo para que as conversas prossigam.

Técnicos comentam o caso

Após o jogo, Cuca disse que conversou neste sábado com Abel Braga, técnico adversário, sobre a negociação polêmica com Richarlison. O palmeirense mostrou que ainda espera contar com o atacante no elenco alviverde.

– O Abel foi meu treinador no século passado. É ruim falar isso, né? Mas é verdade, não que a gente seja velho (risos). Ele busca o interesse do time em que trabalha. Eu, no lugar dele, estaria igual a ele, bravo. Mas eu falei com o Abel: o Palmeiras fez tudo o que podia fazer dentro da lei. Fez de diretoria para diretoria. Se os empresários levaram agora, é eles que precisam ser cobrados, não o Alexandre (Mattos, diretor) ou o Palmeiras. Se o jogador ficar lá, vier para o Palmeiras ou outro lugar, não acho que tem de ser punido. Quando o negócio é bom tem de ser bom para todo mundo – opinou Cuca.

Do outro lado, também depois da partida, Abel não conseguiu esconder o incômodo com a situação: afirmou que Richarlison não fez falta à equipe tricolor, disse que o jogador teria jogado se fosse seu filho e criticou a atuação de empresários e dirigentes...

– Não me surpreendo com o governo do meu país. Não me surpreendo com o governo do meu estado. Vou me surpreender com empresário e dirigente? – completou Abel.


http://globoesporte.globo.com

Por Tossiro Neto, São Paulo

05/06/2017


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